Concerto 'Jesu, mein Freude'
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- Concerto "Jesu, mein Freude"
Programa
William Harris (1883-1973)
Bring us, O Lord God
Johann Sebastian Bach (1685-1750)
Jesu meine Freude, BWV 227
1. Jesu, meine Freude2. Es ist nun nichts Verdammliches3. Unter deinen Schirmen4. Denn das Gesetz5. Trotz dem alten Drachen6. Ihr aber seid nicht fleischlich7. Weg, weg mit allen Schätzen8. So aber Christus in euch ist9. Gute Nacht, o Wesen10. So nun der Geist11. Weicht, ihr TrauergeisterFelix Mendelssohn (1809-1847)
Warum toben die Heiden
Johann Sebastian Bach
Weinen, Klagen, Sorgen, Zagen
Knut Nystedt (1915-2014)
O Crux
Henry Purcell (1659-1695)
Hear my prayer, o Lord
Nova Era Vocal Ensemble
João Barros, direção
Sérgio Silva, órgão
Pedro Massarrão, violoncelo
Notas Biográficas
Nova Era Vocal Ensemble
O Nova Era é um ensemble vocal composto por 28 cantores que tem como principal objetivo a divulgação e promoção da música contemporânea. A direção musical está a cargo do maestro João Barros.
Através de várias estreias absolutas de compositores portugueses e estrangeiros, o Nova Era tem vindo a dar um novo rumo à composição em Portugal, estimulando a criação de obras corais e proporcionado um espaço privilegiado para o diálogo entre compositores, maestro e coro.
Este ensemble pretende, paralelamente, dar a conhecer ao público as mais relevantes obras corais da história da música. Recentemente interpretou obras como Cantique de Cantique, de Daniel Lesur, Missa para duplo coro, de Frank Martin, Messe en Sol majeur, de Francis Poulenc, e Canticle of the Sun, de Tõnu Kõrvits.
Em 2019, participou no Festival Coros de Verão, em Lisboa, e foi galardoado com a medalha de Ouro nas duas categorias em que participou. No mesmo ano arrecadou o 1.º prémio “Choir of the choirs” na Vocal Art Choir Competition.
João Barros
Mestre em Direção Coral e licenciado em Formação Música e Direção Coral pela Escola Superior de Música de Lisboa (ESML). Iniciou a sua formação em piano, no Conservatório D. Dinis, com Elsa Cabral e, em 2012, frequentou o Curso de Canto, na Escola de Música do Conservatório Nacional (EMCN). Em 2013, frequentou, como estudante de Erasmus, o Kodály Intézet (Hungria).
Leciona Formação Musical e Classe de Coro, na Academia Musical dos Amigos das Crianças e na Escola de Música da Paróquia de Alfornelos. Desde 2018, é formador de professores nas oficinas “música na escola”, organizadas pela Fundação Calouste Gulbenkian. Como cantor, João Barros fez parte do Tenso Europe Chamber Choir, Ensemble Vocal Desafinados, Officium Ensemble e Meestes&Gazelen, com concertos em 12 países diferentes.
A convite da companhia “World Masters in China” realizou masterclasses e workshops para mais de 4000 professores de música e maestros chineses tendo dirigido mais de 50 coros em Pequim, Shanghai, Hangzhou, Lanzhou, Tsingtao, Jinan e muitas outras cidades chinesas. Em 2018, fundou o Nova Era Vocal Ensemble e assumiu a direção artística do Coro ISCTE e do Coro de Câmara Outros Cantos.
Em 2019, ganhou, com o Nova Era Vocal Ensemble, a medalha de ouro no Festival Coros de Verão e o prémio “choir of the choirs” e respetivo primeiro prémio no Festival Vocal Art Choir Competition. Nesse ano, obteve a bolsa de mérito da Interkultur por “outstanding conducting achievements” e teve a oportunidade de trabalhar, na Alemanha, com André Van der Merwe e Romãns Vanags e dirigir o Rundfunk-Jugenchor Wernigerode. Em 2021, foi selecionado para a fase final da competição Fosco Corti International Competition, em Turim.
Em setembro de 2019, orientou a formação “Conceito de Educação musical de Zoltán Kodály” na Cidade da Praia e no Mindelo, Cabo Verde, uma parceria da Embaixada da Hungria, em Portugal, com o Ministério da Educação de Cabo Verde.
É o diretor artístico da Lisbon Choral Conducting Masterclass. Atualmente, estuda com Daniel Reuss e Kaspars Putnins.
Sérgio Silva
Mestre em Música pela Universidade de Évora, Sérgio Silva começou por estudar órgão, no Instituto Gregoriano de Lisboa, sob a orientação de João Vaz e António Esteireiro. Para além dos seus estudos regulares, teve oportunidade de contactar com diversos organistas de renome internacional, tais como, José Luiz González Uriol, Luigi Ferdinando Tagliavini, Jan Willem Jansen, Michel Bouvard, Kristian Olesen e Hans Ola Ericsson. Como concertista, apresenta-se, regularmente, tanto a solo como integrado em diversos agrupamentos nacionais de prestígio, tendo atuado em Portugal, Espanha, Itália, Inglaterra, França, Alemanha e Macau. Atualmente, é professor de órgão no Instituto Gregoriano de Lisboa e na Escola de Música Sacra de Lisboa, e é organista titular da Basílica da Estrela e da Igreja de São Nicolau (Lisboa).
Pedro Massarrão
Começou a estudar violoncelo aos 5 anos e, em 2016, completou os seus primeiros estudos na EMCN. Obteve o grau de licenciado na ESML em junho de 2019. Conclui o título de mestrado na Codarts Hogeschool voor de Kunsten (Roterdão), em junho de 2021. Em 2017, integrou o agrupamento laureado do Prémio Jovens Músicos, na variante “Música de Câmara” organizado pela Antena 2 onde obteve o 1.° prémio. Em 2018, obteve o 3.° prémio no concurso para violoncelo organizado pela Fundación CelloLeón, em Espanha.
Entre 2015 e 2018, como membro da Jovem Orquestra Portuguesa e da Orquestra Sinfónica Portuguesa e, ainda, com o Trio Adamastor, do qual é membro efetivo, realizou inúmeros concertos integrados em temporadas de música, em locais como Casa da Música (Porto), Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), Konzerthaus (Berlim), Kongresspalais (Kassel) ou integrando diversos festivais como sejam o Festival Internacional de Música da Costa do Estoril, os Dias da Música (Lisboa), o Festival Internacional de Música da Póvoa do Varzim e o Festival Arte nas Adegas. Na área da música antiga e interpretação historicamente informada, atua regularmente com os grupos Avres Serva, dirigido por Nuno Oliveira, e Os Músicos do Tejo, dirigido por Marcos Magalhães. Com este grupo participou na gravação do álbum Fado Barroco e Il Mondo della Luna. Na área da improvisação livre, desenvolve um trabalho regular com músicos como Filippo Deorsola e João Almeida, tendo editado o álbum Miniatures, em 2021. É bolseiro da fundação Gulbenkian desde 2019.