Saúde e Sanidade Canina

Legislação

A Direção Geral de Veterinária, em cumprimento do disposto no Decreto-Lei n.º 314/2003, de 17 de dezembro, de acordo com n.º 1 do artigo 3.º do Programa Anexo à Portaria n.º 264/2013, de 16 de agosto, e do n.º 1 do artigo 13.º do Decreto-Lei 313/2003, de 17 de dezembro, em conformidade com o determinado no Despacho n.º 5348/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série, de 16 de abril, determina a obrigatoriedade da vacinação antirrábica dos cães existentes em todo o território Nacional, para o ano de 2014, estabelecendo igualmente a realização da Identificação Eletrónica em regime de campanha.

 

Legislação de Animais de companhia

Portaria n.º 264/2013

Decreto-Lei n.º 313/2003

Decreto-Lei n.º 314/2003

Portaria n.º 421/2004

Portaria n.º 585/2004

Decreto-Lei n.º 260/2012

Profilaxia da raiva e outras zoonoses - vacinação antirrábica e identificação eletrónica

 

Cães perigosos e raças potencialmente perigosas

Lei n.º 46/2013

Cães perigosos e Potencialmente perigosos - Condições legais para a posse

Cães perigosos e Potencialmente perigosos - Condições de Circulação

Cães perigosos e Potencialmente perigosos - Condições de Alojamento

 

O veterinário aconselha
- Inicie o programa de vacinação aos canídeos e felinos às 7-8 semanas;
- Revacine-os anualmente contra as doenças mais importantes (esgana, parvovirose, leptoespirose, etc);
- Alimente os seus animais seguindo as orientações do seu médico veterinário. Não se esqueça que os cachorros crescem nos primeiros 9 meses de vida, o mesmo que as crianças em 14 anos;
- Desparasite pelo menos 3 vezes por ano os seus animais;
- A Leishmaniose é uma zoonose (doença que se transmite às pessoas) com certa incidência na nossa região. Efetue periodicamente os testes de despistagem aos seus animais;
- A partir dos sete anos o seu canídeo deve ser observado regularmente;
- Identifique os seus animais com uma marca permanente (microship, que é obrigatório);
- Não abandone os seus animais de estimação, eles são sempre seus amigos e sentem.

 

Medidas para melhor prevenção das parasitoses
- Administrar alimentos especialmente formulados para cães, evitando vísceras e restos crus;
- Limpar diariamente os comedouros e bebedouros;
- Limpar as fezes diariamente;
- Evitar o contacto com outros animais que manifestem sintomas de parasitismo;
- Evitar que os animais comam vísceras ou restos orgânicos nos passeios;
- Realizar check-ups periódicos nas clinicas veterinárias.

 

Cada estação do ano requer cuidados especiais, sendo a desparasitação interna um deles. Pergunte ao seu médico veterinário qual o anti-helmíntico mais adequado para a sua situação e estação do ano.

Inverno
- Maior propensão a problemas respiratórios;
- Reativação de processos articulares como as artrites e as artroses;
- Maiores necessidades energéticas;
- Os parasitas internos são viáveis.

Primavera
- Maior propensão às otites e lesões auriculares;
- Reativação de processos alérgicos;
- Em cães de pêlo denso produz-se uma intenção muda, com uma abundante perda de pêlo;
- Pode aparecer um dos dois cios anuais;
- Os parasitas internos são viáveis.

Verão
- Grande incidência de parasitas externos: pulgas, carraças, etc.;
- São frequentes as reações anafiláticas por picadas de insetos;
- As viagens ao estrangeiro com animais domésticos requerem as cadernetas sanitárias atualizadas (programas vacinais e de desparasitação);
- A combinação do calor, exercício e ingestão de água e alimentos pode originar problemas gastrointestinais;
- O calor e a perda de pêlo propiciam à sujidade dos animais e possíveis infeções associadas;
- Os parasitas internos são viáveis.

Outono
- Maior incidência de problemas dermatológicos: micoses, sarnas e alergias;
- Maior incidência de otites por ácaros;
- Em cães de pêlo denso produz-se a muda de pêlo do Verão;
- Os parasitas internos são viáveis.
 

Guia OMV - Cuidar dos Animais de Companhia

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