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Concurso Nacional de Jovens Empreendedores

A 1ª Edição do Concurso Nacional de Jovens Empreendedores é desenvolvida pela Fundação da Juventude e visa promover o empreendedorismo criativo e social, fomentando a geração de ideias e de negócios inovadores. O prazo limite para candidatura é 10 de maio.

Este concurso pretende incentivar um espírito empreendedor nos jovens, tendo como base os seguintes objetivos:

  • Fomentar, reconhecer, distinguir e premiar a inovação, a criatividade e o talento dos jovens empreendedores;
  • Identificar jovens talentos, através da organização de atividades de proximidade e relacionamento com os principais agentes intervenientes na educação e formação dos jovens;
  • Fomentar nos jovens a capacidade analítica, estimulando a reflexão, o espírito crítico, a capacidade de expressão e de argumentação, a imaginação e a criatividade em contexto de deteção de oportunidades de negócios;
  • Potenciar o contacto dos Jovens com o “mundo real”, preparando-os para uma melhor integração no mercado de trabalho;
  • Envolver os professores na dinamização de atividades que potenciem a criatividade e a valorização do talento, promovendo uma melhoria dos mecanismos de formação dos jovens;
  • Incentivar os ideais da cooperação e do intercâmbio entre jovens empreendedores e estimular o aparecimento de jovens talentos ao nível do empreendedorismo criativo e social.

 

Dirige-se a dois grupos específicos:

  • Jovens a frequentar o Ensino Secundário, em escolas públicas ou privadas, centros de formação profissional ou outras entidades formadoras que promovam ofertas de dupla certificação para jovens;
  • Jovens a frequentar o Ensino Superior, em universidades públicas ou privadas, ou politécnicos com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos;

São admitidos a Concurso trabalhos individuais ou em grupo, no máximo, de 3 elementos, acompanhados por um professor/formador responsável pelo projeto.

 

Os projetos devem enquadrar-se numa das seguintes áreas de Intervenção:

  • Empreendedorismo Criativo que inclui as atividades das indústrias culturais e criativas, que fazem da utilização da criatividade, do conhecimento cultural e da propriedade intelectual, os recursos para produzir bens e serviços transacionáveis e internacionalizáveis com significado social e cultural (como sejam as artes performativas e visuais, o património cultural, o artesanato, o cinema, a rádio, a televisão, a música, a edição, o software educacional e de entretenimento e outro software e serviços de informática, os novos media, a arquitetura, o design, a moda e a publicidade).
  • Empreendedorismo Social onde se inserem os projetos que preconizam respostas inovadoras que se distinguem das respostas tradicionais na resolução de problemas sociais pelo seu potencial de impacto e sustentabilidade.

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