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Home > Cultura > Museus e Património > Exposições Realizadas > Exposições Monográficas

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MUSEU MUNICIPAL PROF. RAÚL DE ALMEIDA, MAFRA

2000 – “Figuras de Barro”

Adoptou-se o título Figuras de Barro para esta exposição, tendo em conta que, se para alguns mestres barristas o boneco enquanto objecto tem uma dimensão meramente lúdica e decorativa, para outros a figura de barro ganha uma dimensão que transcende o lúdico e se torna artística, por expressar a capacidade criativa do autor.
A apresentação deste conjunto resultou tanto de uma pesquisa bibliográfica, como de um trabalho de campo junto dos mestres barristas do Concelho. Por seu turno, ao critério de selecção das peças expostas esteve subjacente a intenção de dar uma panorâmica evolutiva do Figurado Mafrense e da obra dos seus autores. Porém, a fim de alargar a perspectiva daquilo que é a actualidade do figurado mafrense, incluiu-se outras peças, gentilmente cedidas pelos mestres.

Consulte:
Folheto "Figuras de Barro" - 66 Kb

2003 - “Vasilhame de Barro: do Utilitário ao Simbólico”

Esta mostra temporária teve por objectivo traçar uma panorâmica sobre as principais características e a evolução da produção de loiça utilitária nas suas décadas derradeiras, em que se assistiu a uma transformação do registo utilitário para os registos decorativo e simbólico.
“Vasilhame de Barro: do Utilitário ao Simbólico” dedicou-se, assim, à apresentação da fase evolutiva, que ocorreu entre os finais dos anos 30 e os anos 50 do século passado.

Consulte:
Folheto exposição “Vasilhame de Barro: do Utilitário ao Simbólico” - 4,42 Mb

2005 – “Encontro com José Franco” e “Marcenaria Naïve” de Manèl Sousa Ventura

Homenageando duas figuras concelhias de reconhecido mérito artístico - Manèl Sousa Ventura e José Franco -, a autarquia promoveu, no âmbito da II Bienal de Artes, a realização de duas exposições .
“Marcenaria Naïve” apresentou os trabalhos de Manèl Sousa Ventura, constituindo, igualmente, uma homenagem póstuma ao artista que, desde os tempos da sua infância, sentia o chamamento da Arte, mas só na década de 80 conseguiu reunir as condições para produzir regularmente nos tempos livres, dedicando-se com muito afinco à marcenaria (naïve, assim a designa), veículo de comunicação à Arte Sacra e Pintura. As suas obras são, sobretudo, peças de mobiliário decoradas com baixos-relevos, talha, embutidos, pinturas a óleo e matérias incrustadas.
Por seu lado, “Encontro com José Franco” apresentou uma retrospectiva da obra do mestre no espólio do Museu Municipal. José Franco notabilizou-se com as suas figuras de barro, hoje distribuídas por todo o mundo, e a criação da sua Aldeia-Museu, que constitui uma das mais importantes atracções turísticas concelhias.

Consulte:
Folheto exposição “Encontro com José Franco” - 5 Mb
Folheto exposição “Marcenaria Naïve” de Manèl Sousa Ventura - 5 Mb

2007 – “Trazer a música que nos trouxe”

Esta exposição apresentou cerca de 120 instrumentos tradicionais de todo o mundo, representantes de formas culturais dos cinco continentes, desde as ancestrais às mais modernas e elaboradas. Encontraram-se expostos instrumentos musicais que foram, desde os primórdios, símbolos de cultura, quer de tribos, etnias ou civilizações, tanto no que diz respeito ao carácter religioso, como no que diz respeito ao carácter antropológico.
”Trazer a música que nos trouxe” mostrou-nos instrumentos de cordas, de sopro e percussão, que nos transportam às mais rudimentares formas de manufactura, representativos da tradição Portuguesa, Europeia, Asiática, Sul e Norte Americana, Africana e da Oceânia, com referência às inúmeras tribos que, quer de uma forma nómada ou sedentária, deram origem às civilizações que conhecemos hoje.
Esta exposição contou também com uma mostra dos quadros inéditos sobre tocadores de vários instrumentos tradicionais.”
Em suma, uma viagem musical, pelos tempos da nossa história e pelos espaços do nosso imaginário.

Consulte:
Folheto exposição “Trazer a música que nos trouxe” - 282 Kb

2007 – “Beatriz Costa: 1.º centenário do seu nascimento”

Esta mostra reuniu uma colecção de 50 fotografias e 25 caricaturas de Beatriz Costa, provenientes do Museu Nacional do Teatro.
A referida exposição integrou-se num amplo conjunto de iniciativas que pretenderam assinalar essa efeméride e, ao mesmo tempo, recordar uma das figuras nacionais da última centúria que maior popularidade e simpatia soube granjear, imortalizando-se através das suas criações quer no teatro de revista, quer no cinema português.

Consulte:
Folheto exposição “Beatriz Costa: 1.º centenário do seu nascimento” - 7,14 Mb

2008 – “As Contas do meu Rosário”
Esta exposição reuniu uma vasta colecção de terços que Teresa Maria dos Santos, “Teresinha”, foi reunindo ao longo dos anos.
A colecção de Teresa Maria dos Santos, “Teresinha”, é constituída por mais de 500 terços, todos diferentes e de materiais muito variados, provenientes de Portugal, Itália, França, Palestina, Brasil, Espanha, Croácia, entre outros, enviados tanto por pessoas amigas, como desconhecidas, que os vão enviando pelo correio, pedindo-lhes as suas preces. Entre os objectos expostos, é de salientar um terço que lhe foi oferecido pelo Papa João Paulo II, quando Sua Santidade celebrou 75 anos.

Consulte:
Folheto exposição “As contas do meu rosário” - 10 Mb

2008 – “Presépios de barro – Uma Visão Contemplativa do Mundo ”

Esta iniciativa pretendeu apresentar aos munícipes a actual colecção de presépios de barro, parte integrante do espólio do Museu Municipal Prof. Raúl de Almeida, na sua maioria da autoria de artistas concelhios: Adelino Silva, Ana Franco, Ana Maria Dias, Antero Pereira, António Sampaio, Eduardo Azenha, Elisa Henriques, Ilda Lebre, Jorge Batalha, José Franco, José Luís Pires, Maria Luís Ferreira e Tatiana Zavatchi.

Consulte:
Folheto exposição “Presépios de barro – Uma Visão Contemplativa do Mundo” - 4,42 Mb

2009 – “O Traje tradicional”

Uma viagem na história do Concelho através do modo de trajar da população rural de finais do século XIX e do princípio do século XX.
Estreitando os laços de cooperação existentes entre a Autarquia e as comunidades locais, esta mostra, desenvolvida em colaboração com ranchos folclóricos do Concelho de Mafra, permitiu ao visitante encontrar peças de vestuário originais, bem como 35 réplicas outrora usadas nas comunidades rurais locais, na sua maioria relacionadas com os momentos lúdicos da vivência do povo, e que se reportam ao período compreendido entre a última metade do séc. XIX e o primeiro quartel do séc. XX.
A referida exposição reuniu peças de vestuário provenientes dos espólios, na sua maioria, do Rancho Folclórico “Cantarinhas de Barro”, Rancho Folclórico da Malveira, Grupo Folclórico “Os Saloios da Póvoa da Galega”, Grupo de Danças e Cantares de Santo Estêvão das Galés, Rancho Folclórico de Monte Godel, Rancho Folclórico “As Morangueiras do Sobral da Abelheira”, Rancho Folclórico de São Miguel do Milharado, Rancho Folclórico do Livramento, Rancho Folclórico e Etnográfico de Cabeço de Montachique, Grupo de Danças e Cantares de Vila de Canas, Rancho Folclórico “Os Hortelões da Ervideira” e Rancho Folclórico da Murgeira). Estas compreenderam roupa exterior e de interior, lenços e xailes, chapéus e barretes, sacos e sacolas de retalhos, trajes domingueiros e de trabalho, representando um testemunho do quotidiano da população rural concelhia, influenciada pela proximidade de Lisboa, visto os rurais locais se deslocarem com frequência à capital, a fim de lá venderem os seus produtos.

Consulte:
Folheto exposição “O Traje Tradicional” - 8,28 Mb

2010 – “Homenagem a Mestre José Franco”

Efectuando uma retrospectiva do trabalho desenvolvido pelo mestre barrista, o Museu Municipal Prof. Raúl de Almeida acolheu a realização de uma exposição alusiva ao tema “Homenagem a Mestre José Franco”.
A exposição integrou um conjunto de peças de figurado, documentos e objectos pessoais, provenientes da colecção particular dos familiares de José Franco, para além de peças de figurado pertencentes ao espólio do Museu Municipal.

Consulte:
Folheto exposição “Homenagem a Mestre José Franco” - 4,90 Mb

 

 

 

 
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